Síndrome de Burnout afeta quem
lida diretamente com público uma doença moderna é cada vez mais comum no Brasil
e no mundo.
Quando o trabalho de quem lida
com o público vira sofrimento, motivo de desânimo e estresse, o profissional
adoece. É cada vez maior o número de pessoas que sofrem da síndrome de burnout,
uma doença do trabalho que já se tornou um problema de saúde pública.
As categorias mais atingidas são
os professores, médicos, enfermeiros e
motorista de ônibus.
A síndrome de burnout está
associada a alguns fatores: condições de trabalho, altos índices de violência,
acúmulo de empregos e pressão do público.
Os professores na sala de aula à
beira de um ataque de nervos com presença de alunos particularmente difíceis sentimento
de injustiça, de não reconhecimento do seu esforço e da importância do seu
papel na sociedade e carga de trabalho excessiva;
Os enfermeiros na emergência
superlotada, pacientes insatisfeitos e com medo de agressões ritmo acelerado de
produção por excesso de tarefas e remuneração baixa em relação à responsabilidade
e complexidade das tarefas executadas;
Os motoristas de ônibus
congestionamento no transito, precariedade dos veículos contribui para impotência
dos motoristas frentes às exigências de trabalho, renumeração insuficiente,
cumprimento de horário e ausência de equidade;
Os médicos exaustão emocional,
realização pessoal, despersonalização, baixos salários, as expectativas frustradas,
as horas incessantes de trabalho e plantões infindáveis, juntamente com a
multiplicidade de atividades.